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O que é Medicina Tradicional Chinesa?

03 Apr

O que é Medicina Tradicional Chinesa?

Em 15 de novembro de 2018, na sede da UNESCO em Paris, celebrou-se o 8º aniversário do reconhecimento da acupuntura e moxabustão como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O evento foi organizado pela WEFAS (Federação Mundial de Acupuntura e Moxabustão), com o patrocínio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) e o apoio da OMS (Organização Mundial de Saúde) e da Academia Chinesa de Ciências Médicas Chinesas, e contou com a participação de mais de 1.400 profissionais de todo o mundo.

Esse encontro é mais uma afirmação da crescente expansão mundial da acupuntura e moxabustão. Cabe recordar que, em 1979, a OMS reconheceu a eficácia da aplicação dessas práticas em pelo menos 49 patologias, lista que cresceu durante os últimos anos, graças às pesquisas realizadas permanentemente.

Mas acupuntura e moxabustão são só duas técnicas, talvez as mais conhecidas mundialmente, que fazem parte da medicina chinesa. Esse sistema médico é um dos mais antigos da Terra, com mais de 4.000 anos de história e experiência. Baseia-se na aplicação de um conjunto de técnicas que são usadas para harmonizar e equilibrar a energia do corpo e, assim, restaurar a saúde. Na medicina chinesa, o terapeuta é apenas um guia, já que a participação do paciente deve ser ativa.

Dentre as técnicas usadas para manter a harmonia energética, estão a alimentação, o Qi gong, a massagem tuiná, a fitoterapia/plantas medicinais, a acupuntura, a moxabustão, a auriculoterapia e a terapia com ventosas.

 

Fontes de energia: respiração e Qi gong

De acordo com a medicina chinesa, a energia é obtida através de duas fontes: respiração e alimentação.

As técnicas relacionadas a esses dois processos são as mais importantes dentre aquelas que todo terapeuta de medicina chinesa usa em cada um de seus atendimentos e que os usuários devem estar predispostos a praticar, pois a saúde não é apenas um caminho do terapeuta, sendo necessário que haja uma implicação total de quem chega à consulta.

Sendo a respiração uma fonte fundamental de energia, daí se depreende a importância de praticar esportes e manter uma atividade física permanentemente. Para isso, a medicina chinesa propõe a execução diária do Qi gong, que permite harmonizar e encontrar o equilíbrio entre respiração, movimento e espírito (mente). Seja por meio da prática ativa, com movimentos físicos ou passiva, com a meditação regulando os movimentos internos de energia.

A palavra Chi kung ou Qi gong faz referência a dois termos: Chi ou Qi (氣), que representa energia e kung ou gong (功), que representa o trabalho, o tempo, a dedicação, o esforço. Assim, pode-se dizer que o Qi gong é definido como o trabalho da energia, o tempo e o esforço que se dedica à prática. É uma técnica de cura com mais de 4.000 anos de existência e que permanece tão atual quanto era na antiguidade.

Na verdade, o que essa técnica propõe é que se possa trabalhar com a energia do céu e da terra e com a nossa própria energia, encontrando saúde, serenidade e equilíbrio.

As pessoas que praticam o Qi gong com regularidade mostram um estado de melhoria e de grande bem-estar do corpo, da mente e do espírito. Para isso, como ferramenta fundamental, deve-se unificar o relaxamento, a respiração e a mente (intenção).

Na cultura ocidental, esse conhecimento não foi transmitido e nem despertou nosso grande interesse até há alguns anos. Hoje em dia, pouco a pouco, as tradições ancestrais estão sendo recuperadas, não só as que pertencem à região em que cada um de nós vive, mas também as de outras partes do mundo, abrindo nossos sentidos para um modo de contemplar a vida de maneira holística.

O Qi gong, como qualquer outra técnica, precisa de prática, tempo e dedicação para que possa dar resultados. E dependendo do estado energético de quem estiver praticando, pode ser que esses resultados manifestem-se rapidamente ou pode ser exigido um tempo prudencial para que as mudanças sejam percebidas.

Na China, fora das grandes cidades, no início da manhã é muito comum ver os parques cheios de pessoas praticando Qi gong. A prática pode ser estática (por meio da meditação) ou dinâmica (através do movimento). As rotinas de movimentos são adequadas para todas as idades e alguns de seus estilos são muito fáceis de executar.

Os estilos mais conhecidos de Qi gong são o BA DUAN JIN (as oito joias), WU QIN XI (os cinco animais), YI JIN JING (estiramento para tendões), LIU ZI JUE (os seis sons de cura), SHI BA SHI (os 18 movimentos), NEI YANG GONG e ZHAN ZHUANG (Qi gong estático, posição da árvore).

Fontes de energia: alimentação

A segunda fonte de energia é a alimentação. Por meio dela, obtêm-se os nutrientes necessários para manter todas as células do corpo vivas. Por isso, é da maior importância ter uma dieta equilibrada, respeitando, em primeiro lugar, a nossa constituição física e, depois, os ciclos naturais da terra, quer dizer, consumir mais alimentos de acordo com as estações do ano em que se estiver vivendo e, finalmente, controlar a qualidade e a quantidade do que é ingerido.

Na cultura oriental, a alimentação está incorporada às rotinas diárias. Por outro lado, nós, ocidentais, realizamos desajustes quando nos alimentamos que são realmente prejudiciais às nossas vidas.

Do ponto de vista energético, o processo digestivo assemelha-se a um grande caldeirão (representado no corpo humano pelo estômago), que contém em seu interior água fervendo (o ácido clorídrico presente nesse órgão), à qual, por meio da alimentação, se incorporam os ingredientes necessários para realizar a cocção.

Se, em algum momento durante um cozimento, acrescenta-se um líquido frio, o processo se detém automaticamente e será preciso esperar até que a fervura comece novamente, para dar continuidade à cocção. O mesmo acontece em nosso sistema digestivo. Se, durante a ingestão de alimentos, tomamos uma bebida fria ou comemos comida fria, o processo digestivo é automaticamente interrompido, exigindo que o estômago secrete mais ácido clorídrico para estabilizar as condições, o que em muitas ocasiões provoca acidez estomacal, trazendo como consequência um maior desgaste do sistema digestivo.

 

Fitoterapia

O uso de plantas medicinais, também conhecido como fitoterapia, é outro dos pilares fundamentais da medicina chinesa, embora tanto a alimentação quanto a fitoterapia não possam ser categoricamente separadas, uma vez que o conhecimento ancestral transmitido de geração em geração permite que os chineses realizem o cozimento incorporando algumas substâncias de origem vegetal aos alimentos para tratar doenças comuns. Mas há outra parte da fitoterapia chinesa que é de uso exclusivo por parte dos profissionais da área de saúde: a composição de fórmulas magistrais que servem para tratar os diferentes desequilíbrios energéticos do organismo.

 

Acupuntura e moxabustão

Como foi dito anteriormente, a acupuntura e a moxabustão talvez sejam as técnicas da medicina chinesa mais conhecidas em todo o mundo. Mas a verdade é que elas não são nem mais nem menos importantes do que as demais aqui citadas.

A acupuntura é uma técnica exercida exclusivamente por profissionais da área médica, que se baseia na inserção de finas agulhas filiformes em certos pontos do organismo por onde a energia emerge para a superfície, a fim de equilibrar o sistema energético. Esses pontos estão localizados no trajeto dos canais de energia, normalmente conhecidos como meridianos. Esses canais são verdadeiros rios, por meio dos quais a energia flui livremente por todo o corpo.

Já, na moxabustão, utiliza-se calor, que é aplicado em determinadas áreas do corpo ou em alguns pontos de acupuntura, com o objetivo de expulsar o frio do organismo e tonificá-lo. Esse processo é realizado através da combustão de uma planta chamada Artemisia vulgaris. Estudos científicos têm mostrado que o calor que emana dessa combustão emite uma frequência de 14 mícrons, que é a mesma de que as células do corpo humano precisam para reproduzir-se e manter a vida.

 

Massagem Tui-Ná

A massagem é, provavelmente, a terapia mais antiga do planeta, sendo que todas as culturas orientais e ocidentais têm suas próprias técnicas para aplicá-la. A China, portanto, não é a exceção e para isso conta com a massagem tui-ná, também conhecida como AN MO. Esse tipo de massagem baseia-se em duas manobras fundamentais: TUI FA, que significa pressionar e mover e NA FA, que significa esfregar, puxar a pele. Diferentemente de outras formas de massagem, a tui-ná é usada tanto em patologias musculoesqueléticas como em transtornos digestivos, respiratórios e ginecológicos e em alterações psíquicas.

Auriculoterapia

A auriculoterapia é uma das técnicas mais utilizadas pelos terapeutas e consiste na inserção de agulhas ou sementes no pavilhão auricular em determinados pontos reflexos, a fim de gerar no organismo um efeito que favoreça e equilibre as funções corporais e energéticas.

Trata-se de uma prática tão antiga quanto moderna. Existem várias culturas antigas que utilizavam o pavilhão auricular como área de tratamento. Há registros desse uso tanto na China quanto no Egito, Grécia e Roma. Mas foi somente em 1957, que em Lyon (França) o Dr. Paul Nogier, médico neurologista considerado como o “pai da auriculoterapia”, observou com frequência que as orelhas de alguns pacientes apresentavam pequenas cicatrizes de cauterização realizadas com o objetivo de aliviar dores lombares. Diante dessa descoberta, ele deu início às suas pesquisas, analisando cientificamente o que havia sido feito de forma empírica desde a antiguidade.

Por meio de palpação e observação, ele notou que a mesma reação energética repetia-se várias vezes no mesmo ponto auricular. E, se perfurava os pontos com agulhas de acupuntura, percebia como os pacientes melhoravam notavelmente. Dessa maneira, começou a reconhecer esses pontos reativos e a registrar referências escritas, elaborando assim o primeiro mapa auricular.

Em 1960, com base na cartografia realizada por Paul Nogier, um grupo de médicos chineses deu início a um estudo clínico com mais de 2.000 pacientes, avaliando a correspondência dos pontos auriculares com as diferentes patologias e incorporando, assim, a auriculoterapia como mais uma técnica pertencente à medicina chinesa.

Entre os anos de 1985 a 1989, a Organização Mundial de Saúde organizou diversas reuniões, que tiveram lugar na China, Coreia do Norte e Filipinas, a fim de padronizar a nomenclatura dos pontos auriculares. E, em 1990, foi realizado o último encontro, em Lyon, berço da atual auriculoterapia, com representantes da Ásia, Europa e América, estabelecendo-se finalmente a cartografia auricular atualmente conhecida.

Terapia com ventosas

O uso de ventosas dentro das técnicas da medicina tradicional chinesa é muito comum e frequente. Creio que grande parte das pessoas, especialmente os idosos, já tenham ouvido falar sobre elas ou talvez as tenham usado em algum momento de suas vidas, já que no século passado, quando a medicina alopática não estava ao alcance de todos, recorria-se a essa prática ancestral para tratar diversas patologias, desde dores até resfriados.

A terapia com ventosas consiste na aplicação de um recipiente, geralmente de vidro, na superfície do corpo, provocando uma pressão ou força para aderir e sugar a pele, seja pelo uso de calor ou de bomba de sucção, para fins terapêuticos.

Essa técnica data de tempos muito remotos. Os primeiros registros relativos a ela foram encontrados na obra “Leihoufang”, de Ge Hong (281-341). No início, usavam-se chifres de animais ou bambu. Com o tempo, foram evoluindo e apareceram então as ventosas de barro, de metal e finalmente as de vidro.

Eletroacupuntura

A eletroacupuntura é uma técnica muito mais moderna, pode-se dizer que de meados do século passado. Consiste na aplicação de corrente elétrica terapêutica nas agulhas de acupuntura, através de dispositivos de eletroestimulação, a fim de potencializar a estimulação dessas agulhas, aumentando significativamente a sua eficácia. É uma prática amplamente utilizada, especialmente em casos de dores crônicas.

Integrando os conhecimentos

Até aqui, analisamos o que é a medicina chinesa. Mas atualmente, no século XXI, não podemos ficar alheios a todos os avanços científicos e a todo o conhecimento que a tecnologia e a medicina moderna nos proporcionaram.

Devemos recordar que, até o século passado, as doenças que causavam mais mortes eram as de origem infecto-contagiosa e que a expectativa média de vida das pessoas era de aproximadamente 40 anos de idade. Mas desde a descoberta da penicilina o ser humano começou a prolongar seus anos de vida até chegar, nos dias atuais, a uma expectativa em torno de 80 anos de idade. Embora existam hoje em nossa sociedade outros problemas de saúde diretamente relacionados ao estilo de vida que se leva, é possível viver durante mais anos.

Mas há outras doenças que estão matando o ser humano de forma lenta e dolorosa, enfermidades crônicas associadas sobretudo à alimentação e ao trabalho, tais como cardiopatias, diabetes, distúrbios psicológicos, estresse, câncer e excesso de peso.

Cada uma das medicinas tem uma contribuição valiosa a oferecer. Por um lado, uma medicina científica, que busca conhecer até mesmo os mínimos detalhes do funcionamento fisiológico do corpo e, de outro, uma medicina ancestral, que se baseia na experiência e sabedoria popular de milhares e milhares de anos de conhecimentos transmitidos de geração em geração.

Acredito que seja o momento ideal para integrar os conhecimentos dessas duas medicinas em prol do bem-estar de todos. É hora de ampliar nosso campo de ação e abordar as diferentes patologias de forma integral e holística, reconhecendo a amplitude de aplicações de cada uma dessas medicinais, suas virtudes e seus limites. E, para isso, precisamos ter uma noção clara do que é saúde.

O que é saúde?

Segundo a OMS, saúde é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”. Analisando-se essa definição, é possível observar três fatores que devem estar em equilíbrio para a manutenção da saúde.

Bem-estar físico: que se refere ao funcionamento correto do corpo. Existe uma capacidade física necessária e adequada para responder aos diversos desafios da vida de cada pessoa.

Bem-estar mental: não diz respeito apenas às doenças mentais, mas a algo muito mais simples – as emoções que fazem parte da nossa vida (a raiva, a ira, a fúria, o ódio, o rancor, a tristeza, a obsessão, o medo, a euforia). Devemos aprender a gerenciá-las e a buscar equilíbrio e estabilidade emocional, porque na medicina chinesa as emoções são a primeira causa de doenças. O bem-estar mental também se refere a ter habilidades intelectuais para aprender, processar informações e atuar sobre elas. Ser capaz de tomar decisões e colocá-las em prática.

Bem-estar social: muitas vezes somos o reflexo de uma sociedade, não só do país ou cidade em que vivemos, mas também da família, por isso o bem-estar social deve começar nela. Sentindo-nos bem e à vontade na família (pai, mãe, filhos, irmãos), então nos sentimos bem na sociedade em que vivemos, no bairro, na cidade, no país. Mas bem-estar social significa também ter trabalho e o sustento econômico para poder viver, ter um lar e ter acesso a uma boa alimentação e educação, entre outras coisas.

Como se pode ver, para que exista saúde, deve haver harmonia, equilíbrio na vida diária em todos os aspectos. E um desajuste em qualquer um desses aspectos pode provocar a perda da saúde.

Terapias tradicionais e complementares

Ao longo da história, o ser humano fez uso da natureza para manter a saúde e para prevenir e tratar doenças, especialmente as crônicas. Com o avanço científico das últimas décadas, a síntese de medicamentos e o desenvolvimento tecnológico nos meios de diagnósticos radiológicos e bioquímicos, as terapias naturais haviam caído em desuso, ficando reservadas apenas para as populações do campo e para as pessoas que estão distantes das cidades ou dos centros médicos e contam com meios limitados de mobilidade para chegar até eles.

Mas, nos últimos anos, tem ocorrido um retorno ao uso dessas ancestrais técnicas naturais para a conservação da saúde, de tal forma que a OMS, num documento recentemente publicado e intitulado “Estratégia da OMS sobre medicina tradicional 2014-2023”, apresenta dois principais objetivos.

O primeiro deles é aproveitar a contribuição potencial das medicinas tradicionais complementares para a promoção de saúde, bem-estar e cuidados de saúde centrados nas pessoas.

O outro é promover o uso seguro e eficaz das medicinas tradicionais complementares por meio de regulamentação e pesquisa, bem como através da incorporação de produtos, profissionais e práticas nos sistemas de saúde, conforme seja apropriado.

Como se vê, a OMS aposta em uma regulamentação dessas técnicas naturais e em sua incorporação aos sistemas de saúde, para garantir os serviços prestados aos usuários. Dentro dessas terapias complementares incluem-se a naturopatia, as terapias manuais como a osteopatia e a quiropraxia, a homeopatia, a medicina tradicional chinesa, o Qi gong, o tai chi, a yoga, etc.

Para compreender com maior profundidade o significado dos termos, vamos conhecer as definições elaboradas pela OMS.

Terapias tradicionais – De acordo com a OMS, “a medicina tradicional tem uma longa história. É a soma total de conhecimentos, habilidades e práticas baseadas nas teorias, crenças e experiências próprias de diferentes culturas, quer sejam explicáveis ​​ou não, usadas para manter a saúde e prevenir, diagnosticar, melhorar ou tratar doenças físicas e mentais”.

Terapias complementares – Para a OMS, “os termos ‘medicina complementar’ ou ‘medicina alternativa’ referem-se a um amplo conjunto de práticas de cuidados de saúde que não fazem parte da tradição ou da medicina convencional de um determinado país e nem estão totalmente integradas no sistema de saúde predominante. Em alguns países, esses termos são usados ​​de forma indistinta para se referir à medicina tradicional”.

Medicina tradicional e complementar – Segundo a OMS, “a medicina tradicional e complementar funde os termos ‘medicina tradicional’ e ‘medicina complementar’ e abrange produtos, práticas e profissionais”.

Em resumo: “são um conjunto de práticas, abordagens, conhecimentos e crenças de saúde diversas que incorporam medicinas baseadas em plantas, animais e/ou minerais, terapias espirituais, técnicas manuais e exercícios aplicados individualmente ou em combinação para manter o bem-estar, assim como tratar, diagnosticar e prevenir doenças”.

Desde a promulgação desse documento, em 2014, a OMS solicita que os países-membros trabalhem pela integração das terapias naturais tradicionais nos sistemas de saúde.

Mas, para isso, ainda precisamos dar o grande salto quântico e valorizar as forças energéticas que movem o universo, movimentos aos quais nós, seres humanos, como parte desse universo, estamos sujeitos.

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Duilio Javier Speranza Franzoi – Acupunturista e terapeuta de medicina tradicional chinesa, graduado pelo Instituto Superior de Medicinas Tradicionais (ISMET), instrutor de Qi gong, pelo Instituto de Medicina Chinesa/Barcelona, auxiliar de reabilitação, pelo Instituto Deusto Saludos, mestre ibero-americano em acupuntura bioenergética e moxibustão, pela Fundação Europeia de Medicina Tradicional Chinesa e C.E.M.E.T.C. e graduado em quiromassagem, pelo Centro Vipassana

Publicado originalmente: AQUI 

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